Foi preso na tarde desta quarta-feira (14), na Delegacia de Rondon do Pará, o policial militar Carlos Alberto Lima Coelho, acusado de participar de um triplo homicídio no início deste ano. Carlos fugiu da delegacia após ter sua prisão temporária decreta pelo juiz do município, Gabriel Costa Ribeiro, no dia 8 de julho, mas decidiu voltar ao local com um advogado.
O policial e seu irmão, Humberto Lima Coelho, que já está preso, são acusados de participar do triplo assassinato que vitimou o fazendeiro Everaldino Vila Boas de Almeida, sua mulher Rosamalia de 35 anos e seu filho Jadson de 14 anos na estrada vicinal do Km 113, em 12 de fevereiro deste ano.
Carlos Aberto aguardava na entrada da delegacia o depoimento de seu irmão Humberto Lima Coelho, no dia 8 de julho, e ao perceber a chegada da equipe do delegado José Ricardo da Superintendência da Zona Guajarina, com sede em Paragominas, fugiu da porta da delegacia e só voltou ao local hoje (14), acompanhado de um advogado e segundo o delegado, o policial se reservou o direito de falar apenas em juízo.
O PM foi encaminhado para exames de corpo delito e logo após foi conduzido para uma cela, no batalhão da 11ª Cia. Independente de Polícia Militar. Carlos Alberto será encaminhado para o Presídio Estadual “Coronel Anastácio das Neves”, destinado a funcionários públicos, no Complexo de Americano, em Santa Izabel do Pará.
O policial e seu irmão, Humberto Lima Coelho, que já está preso, são acusados de participar do triplo assassinato que vitimou o fazendeiro Everaldino Vila Boas de Almeida, sua mulher Rosamalia de 35 anos e seu filho Jadson de 14 anos na estrada vicinal do Km 113, em 12 de fevereiro deste ano.
Carlos Aberto aguardava na entrada da delegacia o depoimento de seu irmão Humberto Lima Coelho, no dia 8 de julho, e ao perceber a chegada da equipe do delegado José Ricardo da Superintendência da Zona Guajarina, com sede em Paragominas, fugiu da porta da delegacia e só voltou ao local hoje (14), acompanhado de um advogado e segundo o delegado, o policial se reservou o direito de falar apenas em juízo.
O PM foi encaminhado para exames de corpo delito e logo após foi conduzido para uma cela, no batalhão da 11ª Cia. Independente de Polícia Militar. Carlos Alberto será encaminhado para o Presídio Estadual “Coronel Anastácio das Neves”, destinado a funcionários públicos, no Complexo de Americano, em Santa Izabel do Pará.
(Diário Online com informações do Diário do Pará)
omulgada por ato simbólico, após o que o governo terá prazo de até 180 dias para remeter a lei à Câmara dos Deputados.O parlamentar salienta que, se o piso estabelecido não for do agrado da categoria, a tabela ideal pode ser delineada através de emendas. Para ele, a falta de definição de piso salarial e exclusão dos aposentados e pensionistas não representam ganho imediato, já que a discussão a respeito foi apenas postergada.O processo que culminou com a conclusão da votação do primeiro turno da matéria teve um extenso histórico de lutas da categoria e dos parlamentares que compõem a Frente Parlamentar em Defesa dos Militares (Fremil). Por diversas vezes a votação foi adiada, o que levou à apresentação de mandado de segurança pelo deputado Capitão Assumção ao Supremo Tribunal Federal (STF).Assumção decidiu entrar com recurso ao perceber que se buscava protelar indefinidamente a votação da matéria. O que seria um grave erro, pois não se pode interromper votação de PEC em primeiro turno. Segundo ele, não há notícia de outras votações que foram interrompidas da mesma maneira.



